

Há muito tempo, sim, não te escrevo.
Ficaram velhas todas as notícias.
Eu mesmo envelhecí: olha em relevo
estes sinais em mim, não das carícias
(tão leves) que fazias no meu rosto:
são golpes, são espinhos, são lembranças
da vida a teu menino, que a sol-posto
perde a sabedoria das crianças.
A falta que me fazes não é tanto
à hora de dormir, quando dizias
“Deus te abençoe”, e a noite abria em sonho.
É quando, ao despertar, revejo a um canto
a noite acumulada de meus dias,
e sinto que estou vivo, e que não sonho.
Bellísimas cartas, me he quedado por aquí leyendo...y disfrutando de estas letras y los fractales.
ResponderExcluirAyer quise entrar pero me decía que no existía el blog, me alegra que no sea así, me gusta mucho tu espacio.
buen domingo!!
Besos:)
Que gusto pasar a leerte siempre.. un deleite.
ResponderExcluirUn abrazo
Saludos fraternos..
Lindo esse poema, delicado...Passamos a vida saudosos da nossa sabedoria infantil. caminhamos procurando a nossa pureza,a essencia. Lindo amiga. Montão de abraços e bjs
ResponderExcluirÉ sempre uma delicia ler Drummond,,,,beijos querida amiga, obrigdo pelo seu carinho comigo....tenha uma linda semana.
ResponderExcluirLINDO D+
ResponderExcluirSAUDADES DE TI MINHA FLôR.
BJS E MEL PRA TI!
Lindo!
ResponderExcluirMas será que não dá pra adicionar sonhos à vida?
Beijo.
(http://ericaferro.blogspot.com/)